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Fogo sagrado: a técnica
(continuação - parte 3)

 

 

O MINISTÉRIO DE CRISTO E SEUS GUARDIÕES

Muitos Mestres disseram – e a Física Quântica está corroborando - que tudo o que está fora de nós, está dentro de nós e vice-versa. Isto quer dizer que todo o Universo está dentro de nós. Todas as qualidades e virtudes que temos dentro, existem fora de nós.  
As mais modernas descobertas da neuro-fisiologia cerebral mostram que o cérebro humano não reconhece a diferença entre dentro e fora, ou seja, entre o que está acontecendo “realmente” e o que imaginamos. Tudo para o cérebro é real.  
O amor, a força, a paz, a coragem, a determinação, a fecundidade, a justiça, o equilíbrio, a harmonia, a disciplina, a criatividade, a alegria, o prazer, a flexibilidade, a honestidade, a lealdade, a serenidade, a beleza...   
Todas estas – e muitas outras - qualidades e virtudes “fora” de nós são “gerenciadas” por inteligências em níveis mais elevados que nós, na Hierarquia universal.  
São, por exemplo, os deuses de tantas mitologias de tantas culturas: são os devas do Hinduísmo, são os animais de poder do Xamanismo, são os Anjos das culturas judaico-cristãs, são os Orixás da África, e é também o Ministério de Cristo - a Egrégora que dirige o trabalho do Fogo Sagrado.
Os Seres de Luz não nos podem dar nada que porventura já não tivéssemos, porque temos toda a Criação dentro de nós. Não nos falta nada, somos “fabricados” completos, perfeitos, embora ainda não nos lembremos disso. Não precisamos de deuses para nos dar o que já temos.  
Mas Eles podem interagir conosco e nos ajudar a despertar e desenvolver estes potenciais e virtudes já existentes em nós.
Ao longo da história da Humanidade, o homem projetou para fora de si estas qualidades e virtudes arquetípicas, antropormofizadas na figura dos deuses, cada um com sua qualidade e função, como num processo coletivo/psicológico de projeção e transferência: ver fora de si e buscar fora de si o que já se tem em si e não se sabe!
E aí o homem construiu os deuses à sua imagem e semelhança, num processo intuitivo onde Sábios e Mestres canalizaram escrituras, conceitos teológicos, rituais, sistemas filosóficos, técnicas psico-físicas e de meditação, e métodos de cura e de iluminação.
Repare que todas as mitologias são funcionais: o deus da chuva, da fertilidade, da justiça, da força, da verdade ...
E assim, os Deuses são como espelhos que refletem para nós a plenitude que já tempos e somos, e que está inconsciente ou sub-utilizada em nós.
Como os Deuses são a própria personificação egregórica e arquetípica destas virtudes e qualidades universais (que todos já possuem) estes Seres -  Guardiões , Devas, Anjos, Orixás ou Animais de Poder – são simultâneamente separados de nós, e ao mesmo tempo são quânticamente nós mesmos, em outras dimensões.
Toda a atividade humana tem a sua Egrégora, seu grupo de seres que interagem com o mundo encarnado (Guias, Mestres, antepassados). 
Cada família, cada religião, cada hospital, cada escola, cada grupamento humano tem sua Egrégora, ao mesmo tempo que o somatório das intenções, pensamentos e sentimentos de um grupo de pessoas focadas em um mesmo objetivo, gera um ser egregórico, uma entidade quântica/energética que vai proteger e amplificar sinérgicamente toda a energia gerada (positiva ou negativa).
Então, a Egrégora é uma energia que acontece nestas duas vias: por um lado são inteligências superiores que administram o Universo e que interagem com o ser humano para dinamizarem e harmonizarem sua caminhada, e por outro lado, estas inteligências - que tem sido canalizadas pelos Sábios de todos os tempos e lugares - transformaram-se em mitos antropomorfizados – entidades egregóricas e arquetípicas - que são alimentados e energizados por milênios de intenções, orações, práticas, meditações, rituais, gerando um  grande somatório de energia,  num imenso quantum de poder  energético e espiritual.
E a Egrégora do Ministério de Cristo - que dá suporte, guia, apoio, proteção e amparo ao trabalho do Fogo Sagrado - foi inicialmente canalizada pela “Mesa de São Marcos” e posteriormente pelo Aloyzio.
Esta Egrégora, composta de Seres de Luz (chamados de Guardiões ou Guardiões gerais) de várias linhagens evolutivas, se ofereceu ao xamã para trabalhar transmutando e curando conteúdos psico-emocionais em desequilíbrio.  
Muitas vezes somos questionados no decorrer de consultas e palestras, acerca do significado do nome “Ministério de Cristo” e da sua aparente natureza religiosa.  
É comum a idéia de que pode se tratar de uma religião ou ordem evangélica, católica ou mesmo espírita, na suposição de que ao mencionarmos Cristo, estamos nos referindo especificamente a Jesus, o grande espírito de Luz da hierarquia Crística (como também é Siddharta Gautama na hierarquia Búdica).
O Cristo se refere à Consciência Crística.
Com toda a certeza, a Egrégora quis respeitar as raízes religiosas e culturais do Ocidente.  
 
E muito provavelmente poderia ter se chamado “Ministério de Buddha”, se o Aloyzio tivesse vivido no Oriente...

RODA DE CURA

Uma outra modalidade de se trabalhar com Fogo Sagrado é a Roda de Cura, que acontece quando se tem um grupo.
As pessoas se sentam em círculo, uma pessoa deita no centro e os dois terapeutas desenvolvem as fases do trabalho.
O interessante desta modalidade de trabalho, é que, pelas leis da Sincronicidade e da Ressonância, todas as pessoas que se identificam com os conteúdos e padrões da pessoa deitada no centro, e que são manifestados pelo canalizador, tem também os seus corpos energéticos magneticamente encaminhados juntamente com o do cliente num grande pacote energético.  
Quando volta o Corpo em Luz com o Mantra, todos são beneficiados igualmente.

TERAPIA TRANSDIMENSIONAL

   Trabalho de grupo desenvolvido por Mônica, a partir de sua profunda experiência com Fogo Sagrado, e de suas muitas vivências com as Constelações Familiares (terapia sistêmica fenomenológica desenvolvida pelo terapeuta alemão Bert Hellinger), com o Sans Teatro (técnica terapêutica desenvolvida e aplicada pelos xamãs siberianos) e com o Psicodrama (terapia desenvolvida pelo médico romeno J.L.Moreno).
Na Terapia Transdimensional, uma pessoa relata alguma questão  que envolva relacionamentos (que podem ser, por exemplo, da esfera familiar ou profissional), e juntamente com o terapeuta escolhe em meio às outras pessoas presentes, os “personagens” de sua história e vai posicionando-os na sala.
Ao sinal do terapeuta, os personagens começam a canalizar e dramatizar os padrões de comportamento (corpos energéticos) das pessoas que estão sendo representadas pelos personagens, interagindo entre si.
Durante este tempo, o cliente estará junto ao terapeuta assistindo.
Depois de algum tempo, ao sinal do terapeuta, os canalizadores encaminham estes corpos energéticos à Dimensão de Luz.
Faz-se um círculo com o cliente no centro, e cada canalizador  capta o Corpo em Luz relativo ao corpo energético que havia canalizado, e dá uma mensagem de cura ao cliente.
Ao final, o terapeuta traz o Mantra para o cliente.Da mesma forma como ocorre na Roda de Cura, todos os presentes são beneficiados, em função das leis da Sincronicidade e da Ressonância.

Ernani Fornari
Dharmendra


 
 
 
 
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